Encontre a qualquer hora o que precisa em uma de nossas lojas de Conveniência.
Desfrute de um ambiente agradável enquanto cuidamos de seu veículo
Serviço disponível de Segunda a Sexta
das 08h00 às 20h00
![]()
de olho na procedência.
Os Postos da rede Petro Delta trabalham com produtos de altíssima qualidade e procedência, nossos combustíveis são comprados diretamente das distribuidoras IPIRANGA, PETROBRAS e RAIZEN.
![]()
Controle de frotas.
Disponibiliza informações para clientes no site do posto, gerencie em tempo real a frota de sua empresa.
Click aqui e saiba mais
A empresa Postos Petro Delta Ltda. iniciou suas atividades em 12 de maio de 1989, seu primeiro posto estava situado na cidade de Ibaté, no estado de São Paulo. Alguns anos mais tarde, precisamente em 15 de janeiro de 1992 foi inaugurada a primeira filial, localizada à Rua Domingos Cardoso n 405, no bairro Vila São Benedito.
Desde então, a empresa Postos Petro Delta vem crescendo no mercado de varejo de combustíveis e atualmente dispõe de 06 Postos na Região de São Carlos, localizados em pontos estratégicos para melhor atender seus clientes.
Os Postos Petro Delta contam com uma equipe de 60 colaboradores divididos em suas 06 filiais. A Organização trabalha focada na satisfação plena de seus clientes e no compromisso constante com a qualidade de produtos e serviços por ela comercializados. Porém, acredita que seu maior patrimônio está nas pessoas que nela trabalham e sendo assim investe na capacitação e aperfeiçoamento da sua equipe.
Junior
Administrador
Em uma era de instabilidade geopolítica, cada vez mais países desejam ter acesso facilitado às suas reservas de ouro CFOTO/picture alliance Fort Knox, o complexo fortificado no estado do Kentucky onde está armazenada cerca de metade das reservas de ouro do governo dos Estados Unidos, chega a ser um sinônimo de segurança extrema por sua inviolabilidade e estrutura imponente. Mas nem mesmo esse ícone americano tem segurado a debandada de ouro do país, alimentada por uma desconfiança crescente no governo de Donald Trump. A decisão do banco central da Holanda de transferir recentemente cerca de 86 toneladas de ouro de Nova York para Londres evidenciou as crescentes preocupações de alguns governos com o armazenamento de ativos estratégicos nos EUA e com a possibilidade de acessá-los rapidamente em uma crise. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O banco central holandês (DNB) citou a "instabilidade geopolítica" e afirmou que distribuir suas reservas de ouro entre diferentes jurisdições aumentaria sua "preparação para crises". Mas o país não é o único nesse movimento. A França também retirou sua reserva remanescente em ouro do Federal Reserve de Nova York entre julho de 2025 e janeiro de 2026, embora o presidente do Banco da França, François Villeroy de Galhau, tenha afirmado à época que a decisão não teve motivação política. O governo holandês transferiu seu ouro para o Banco da Inglaterra (na foto) Peter Nicholls/REUTERS Vários políticos da Alemanha e da Itália, que possuem respectivamente a segunda e a terceira maiores reservas de ouro do mundo, defenderam que o ouro de seus países também seja retirado dos EUA. Eles alegam preocupações com a imprevisibilidade das políticas do governo americano e sua crescente hostilidade em relação à União Europeia, incluindo ameaças de anexar parte da Groenlândia. A corrida do ouro Segundo Sebastien Tillett, analista da Oxford Economics, a apreensão direta de ativos é um "risco extremamente remoto" para os bancos centrais europeus. No entanto, acrescentou, há preocupações crescentes com a facilidade de acesso aos ativos em uma era de incerteza geopolítica. "A preocupação mais relevante é que ativos mantidos em outra jurisdição possam se tornar temporariamente inacessíveis em um cenário extremo de sanções, disputas legais ou tensões geopolíticas", afirmou. Agora no g1 De modo geral, segundo Krishnan Gopaul, do Conselho Mundial do Ouro, os bancos centrais ao redor do mundo vêm comprando mais ouro desde a crise financeira global de 2008 e estão cada vez mais atentos a onde e como armazenam suas reservas. Como resultado, os preços do ouro atingiram níveis recordes. Uma pesquisa recente do Conselho Mundial do Ouro constatou que os bancos centrais acumularam, em média, 1.000 toneladas de ouro nos últimos quatro anos, acima da média de 500 toneladas observada na década anterior. Segundo Gopaul, como a crise financeira global de 2008 foi seguida pela crise da dívida soberana da zona do euro e depois por uma série de crises políticas, uma pandemia e um período prolongado de conflitos e instabilidade geopolítica, o ouro passou a ganhar ainda mais destaque como ativo de proteção. "Ao longo das últimas duas décadas, surgiram dúvidas e preocupações em torno do sistema financeiro global e do cenário geopolítico sob diferentes formas", disse. As decisões da Holanda e da França de transferirem suas reservas de ouro dos Estados Unidos para a Europa ressaltam a nova atenção dada ao local exato onde o metal está armazenado, para que ele possa ser utilizado de forma rápida e fácil em caso de uma nova crise. Processo complexo Bancos centrais, governos e fundos soberanos mantêm ouro físico em diferentes localidades. Transferi-lo pode ser extremamente complexo, arriscado e caro, enquanto a facilidade para vendê-lo ou trocá-lo por moedas e outros ativos depende de sua localização. "Os bancos centrais estão prestando mais atenção ao local onde mantêm suas reservas, assim como aos ativos que possuem, principalmente para maximizar a resiliência e a flexibilidade dessas reservas", disse Tillett. Gopaul afirmou que a gestão de reservas tornou-se "incrivelmente importante" e que, embora pareça natural concentrar-se nos possíveis riscos associados a uma determinada jurisdição, como os EUA, parte da lógica dessas decisões é garantir que o ouro esteja o mais próximo possível de casa e em um centro financeiro com alta liquidez. Ele destaca o fato de que o banco central holandês transferiu suas reservas para Londres, e não para a Holanda, porque o Reino Unido é "um dos centros de negociação mais líquidos do mercado de ouro". "A ideia é que, em caso de crise, em períodos de estresse, esse ouro possa ser mobilizado", afirmou. "Londres é praticamente o coração do mercado de ouro. Há tanta atividade ali e o mercado é tão líquido que, em uma crise, é lá que você deseja ter o seu ouro." O Banco da Inglaterra é um dos principais detentores e custodiante de ouro do mundo. Estima-se que mantenha cerca de 400 mil barras de ouro, avaliadas em aproximadamente 270 bilhões de dólares (cerca de R$ 1,3 trilhão). A questão americana Embora transferir ouro para um local como Londres tenha seus próprios atrativos para entidades europeias, é evidente que as dúvidas sobre a confiabilidade dos EUA na era Trump e sobre o sistema financeiro americano como um todo estão influenciando essas decisões. Na semana passada, o gestor do gigantesco fundo soberano da Noruega, avaliado em 2,3 trilhões de dólares (R$ 11,7 trilhões), afirmou que o fundo precisa reduzir significativamente sua exposição aos títulos do Tesouro americano. A decisão parece ser motivada por preocupações com o mercado de títulos públicos dos EUA, onde a inflação elevada e o aumento da dívida governamental vêm pressionando os custos de financiamento e assustando investidores. Tillett afirmou que o ouro continua sensível às decisões do Federal Reserve e que a preocupação generalizada com os mercados financeiros americanos tem levado detentores do metal a considerar a transferência de seus ativos. Além dessas preocupações específicas com os mercados financeiros, a retórica de Trump sobre a Groenlândia e as contínuas ameaças veladas à União Europeia reforçaram os motivos para que instituições europeias redistribuam seus ativos. Ainda assim, os Estados Unidos, e especialmente o Federal Reserve de Nova York, em Manhattan, continuam sendo um importante custodiante de boa parte do ouro europeu, em particular o da Alemanha. Embora o Banco Central alemão tenha transferido cerca de 300 toneladas de ouro dos Estados Unidos para a Alemanha entre 2013 e 2017, ainda mantém bem mais de 1.000 toneladas em território americano. No ano passado, o banco declarou em comunicado: "Não temos qualquer dúvida de que o Fed de Nova York é um parceiro confiável e seguro para a custódia de nossas reservas de ouro." --------- Não deixe que o algoritmo esconda as notícias. Se você valoriza o trabalho da nossa equipe para uma cobertura jornalística confiável, reserve um momento para nos selecionar como sua fonte preferida no Google clicando aqui. Marque o link da DW quando ele aparecer na lista para sempre ver nossas notícias verificadas primeiro.
Carros seminovos caíram de preço mais do que o registrado na tabela Fipe Divulgação Como mostrou o g1 neste mês, o mercado de seminovos no Brasil tem sofrido com a enxurrada de carros chineses e as promoções dos carros zero km. Agora, os dados mostram que os preços efetivamente praticados no mercado de usados caem de forma mais acentuada do que indica a tabela Fipe, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Um levantamento da Auto Avaliar, feito com exclusividade para o g1, mostra que todos os 25 carros usados mais buscados do Brasil caíram de preço nos últimos 12 meses, em uma média de 10,2%. A Fipe mostra uma média de apenas 4%. Desvalorização no preço de venda ao consumidor em agosto 2026: Jeep Compass: -15,7% Jeep Renegade: -13,8% Chevrolet Tracker: -13,5% Ford Ranger: -11,8% Toyota Corolla Cross: -11,8% VW Nivus: -11,2% Fiat Pulse: -10,5% Toyota Hilux: -10,3% Chevrolet Onix: -10,1% Honda Civic: -10,1% Hyundai Creta: -10% Honda HR-V: -9,9% Nissan Kicks: -9,7% Fiat Strada: -9,6% VW T-Cross: -9,5% Toyota Corolla: -9,3% VW Polo: -9,3% Fiat Toro: -9,3% Honda City: -9,2% VW Virtus: -8,6% Hyundai HB20S: -8,5% Toyota Yaris: -7,9% Fiat Argo: -7,2% Hyundai HB20: -7% Renault Kwid: -6,8% 🔎 A Auto Avaliar é uma plataforma em que mais de 27 mil lojistas compram e vendem automóveis. Existem mais de 6 mil concessionárias cadastradas, o que corresponde a 85% do segmento. O levantamento de preços feito para o g1 cobre sete anos-modelo, de 2019 a 2025. A distribuição: 26% são carros de 0 a 2 anos, 29% de 3 a 4 anos e 45% de 5 a 7 anos. São 30 mil combinações de modelo/versão/ano/estado só nos 25 carros. 'Efeito China': preço médio do carro zero no Brasil tem a primeira queda em seis anos Distorção da tabela O estudo da Auto Avaliar mostra que existe um atraso entre o que o mercado está praticando nas vendas e o que a tabela Fipe informa. Todos os 25 modelos têm esta distorção entre tabela e preço praticado na transação. Segundo J.R. Caporal, presidente da Auto Avaliar, esse fenômeno acontece porque a Fipe compila dados de anúncios e com certa defasagem de tempo. “O nosso banco de dados mostra o quanto o lojista pagou pelo carro e por quanto ele fechou a venda”, explica o executivo. Dessa maneira, explica Caporal, é possível ver de maneira imediata como o mercado se comporta na reacomodação dos preços. A tabela Fipe faz um levantamento somente de preços anunciados. No gráfico abaixo é possível perceber como a tabela Fipe registra queda nos preços, mas o valor de queda percentual mapeado pela Auto Avaliar é maior. Desvalorização de carros mais buscados Arte/g1 Segundo José Éverton Fernandes, presidente da Federação Nacional dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), é preciso entender que a tabela Fipe demora a mostrar ajustes. “Na Fipe, a gente olha para um retrovisor. São dados de quatro semanas atrás e que provocam essa sensação de preços praticados fora da realidade”, explica. De acordo com Fernandes, os lojistas e o mercado estavam acostumados com uma demanda grande de clientes e pouca oferta de carros. Hoje, segundo o presidente da Fenauto, há uma reacomodação do mercado. Esse choque de realidade aparece quando se compara o preço anunciado pelo lojista e quanto realmente o cliente pagou para levar o carro para casa. Veja abaixo alguns exemplos. Diferença entre preço de anúncio e valor pago na venda. g1 Outro fenômeno que os dados mostram é como os 25 carros “queridinhos” do mercado de usados já não conseguem ser vendidos acima da tabela Fipe. Esse valor que ultrapassa o praticado no mercado é chamado de ágio. O ágio era até então um dos principais argumentos de compra desses modelos no mercado de zero km e também da valorização deles no mercado de usados. Com o recuo das tabelas praticadas nos automóveis novos, os preços dos seminovos passaram por um processo de ajuste proporcional. O presidente da Fenauto afirma que essa movimentação não representa um cenário de crise no setor automotivo, mas sim uma busca natural por equilíbrio entre a quantidade de veículos ofertados e a capacidade de compra do mercado. Fim do ágio na compra de seminovos g1 Analisando os números, é possível perceber que, em agosto de 2025, 1 em cada 3 seminovos “queridinhos” era vendido acima da Fipe. Já em agosto de 2026, o valor caiu para irrisórios 0,8%. A situação é ainda mais clara nos seminovos com menos de 2 anos. Nesse caso, mais de 67% dos carros em agosto de 2025 eram vendidos com ágio. Isso caiu em 2026 para só 2%. Esse é um movimento claro do comportamento dos clientes, que estão abrindo mão de carros seminovos com baixa quilometragem e procurando as promoções dos chineses e dos zero km. Com o preço certo O levantamento exclusivo do g1 mostra que os 25 queridinhos passam pouco tempo no estoque da loja. Essa métrica é importante, pois mostra o quanto um veículo é desejado e, por isso, sai logo do pátio da loja para a garagem do cliente. A média do mercado é de 18 dias e todos os 25 veículos estão abaixo da média. Veja o ranking de quantidade de dias que o carro passa no estoque (modelos de 2020 a 2026). VW Polo: 3 dias VW Virtus: 5 dias VW T-Cross: 5 dias Hyundai HB20: 6 dias Fiat Argo: 6 dias Chevrolet Tracker: 6 dias Chevrolet Onix: 6 dias Hyundai HB20S: 7 dias Fiat Strada: 7 dias Hyundai Creta: 8 dias Nissan Kicks: 9 dias Jeep Renegade: 9 dias VW Nivus: 10 dias Renault Kwid: 10 dias Jeep Compass: 11 dias Honda HR-V: 11 dias Honda Civic: 11 dias Fiat Pulse: 12 dias Toyota Hilux: 13 dias Fiat Toro: 13 dias Toyota Yaris: 15 dias Toyota Corolla: 15 dias Ford Ranger: 15 dias Honda City: 16 dias Toyota Corolla Cross: 18 dias * O cálculo usa uma mediana de dados da Auto Avaliar em setembro de 2026. Toyota Corolla Cross demora hoje, em média, 18 dias para sair do pátio da loja de seminovos. Rafael Leal/g1 Caporal ressalta que os veículos estocados há mais tempo foram comprados em um contexto de preços mais elevados. Diante disso, para girar o estoque e concretizar as vendas, os lojistas precisam realizar ajustes para baixo e absorver margens menores. “O lojista precisa entender que é o momento de vender ganhando menos e voltar ao mercado para comprar estoque no preço certo e buscar de novo a margem”, explica Caporal. Efeito China Queda é influenciada pela chegada de marcas chinesas e pelos descontos dados pelas fabricantes tradicionais. Crédito mais restrito também dificulta as negociações. Para a consultora Tereza Fernandez, a queda dos preços dos seminovos está se consolidando em 2026. A chegada de marcas chinesas e a redução de preços promovida pelas fabricantes tradicionais aumentaram a pressão sobre os veículos usados. Segundo Tereza, lojas que mantêm estoques elevados podem ter prejuízos com a desvalorização. O impacto, porém, depende da capacidade de cada vendedor de reduzir rapidamente os preços e limitar as perdas. A consultora não vê uma crise no segmento de lojas de carros usados. Para ela, o efeito da queda dependerá da velocidade da desvalorização, do tamanho da redução dos preços e da quantidade de veículos mantidos em estoque. “Lojas que têm estoques muito grandes podem enfrentar problemas mais sérios com a desvalorização.” A queda dos preços também afeta o consumidor que pretende trocar de carro. Quem vende um seminovo encontra valores menores na hora da venda, mas também pode comprar outro veículo usado por um preço mais baixo. Por isso, Tereza avalia que não deve haver uma mudança significativa nesse tipo de negociação. O principal impacto estaria na compra de um carro zero km, que passa a depender dos descontos oferecidos pelas montadoras. A consultora ressalta que não é possível generalizar o comportamento do mercado. Outro fator que dificulta as negociações é a inadimplência, que levou os bancos a adotar critérios mais rígidos e dificultou o acesso ao crédito. Para Cássio Pagliarini, da Bright Consulting, a maior confiança do consumidor também ajuda a explicar a queda dos preços dos seminovos. Com mais confiança, parte dos clientes que antes comprava veículos usados passa a considerar a aquisição de um carro novo. Nesse cenário, os modelos chineses ganham espaço, segundo o consultor. “A maioria desses carros chineses já entrega eletrificação, tecnologia e um tempo de garantia que dá segurança ao cliente”, diz o consultor. Para Pagliarini, a mudança já afeta o cenário para os lojistas. Os problemas podem ser maiores para quem mantém grandes quantidades de seminovos, veículos que antes eram comprados em volume justamente por apresentarem boa liquidez. O mercado também mudou em relação aos veículos eletrificados, de acordo com o consultor. Ele afirma que ficou para trás o período em que esses modelos tinham menor poder de revenda e permaneciam por mais tempo nos estoques. Pagliarini estima que o mercado de veículos em 2026 possa chegar perto de 3 milhões de unidades. Na avaliação dele, o resultado poderia ser maior se houvesse condições melhores de financiamento. O principal obstáculo, porém, está na aprovação do crédito. Segundo o consultor, embora exista demanda, a dificuldade de conseguir financiamento limita os negócios neste momento. Nenhum dos especialistas entrevistados pelo g1 conseguiu prever até quando essa reacomodação dos preços deve acontecer.
Copyright © DJG Consultoria em T.I.
Design This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.
