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A empresa Postos Petro Delta Ltda. iniciou suas atividades em 12 de maio de 1989, seu primeiro posto estava situado na cidade de Ibaté, no estado de São Paulo. Alguns anos mais tarde, precisamente em 15 de janeiro de 1992 foi inaugurada a primeira filial, localizada à Rua Domingos Cardoso n 405, no bairro Vila São Benedito.
Desde então, a empresa Postos Petro Delta vem crescendo no mercado de varejo de combustíveis e atualmente dispõe de 06 Postos na Região de São Carlos, localizados em pontos estratégicos para melhor atender seus clientes.
Os Postos Petro Delta contam com uma equipe de 60 colaboradores divididos em suas 06 filiais. A Organização trabalha focada na satisfação plena de seus clientes e no compromisso constante com a qualidade de produtos e serviços por ela comercializados. Porém, acredita que seu maior patrimônio está nas pessoas que nela trabalham e sendo assim investe na capacitação e aperfeiçoamento da sua equipe.
Junior
Administrador
Midterms - Eleitora preenche cédula de votação em Harrisburg, na Pensilvânia (EUA) REUTERS/Mike Segar As eleições legislativas dos Estados Unidos acontecem em um momento de expansão dos chamados mercados de previsão, plataformas nas quais os usuários podem apostar dinheiro em possíveis resultados de acontecimentos, incluindo disputas eleitorais. O uso dessas plataformas em eleições, porém, preocupa especialistas pelo risco de disseminação de informações falsas e de interpretações equivocadas sobre os resultados das urnas. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Especialistas alertam que os percentuais exibidos nessas plataformas podem ser interpretados como resultados praticamente garantidos, embora representem apenas estimativas. Há também situações em que grupos políticos tentam influenciar essas probabilidades. Se o resultado das urnas for diferente do indicado pelos mercados de previsão, alguns eleitores podem interpretar essa divergência como indício de fraude, mesmo que ela não represente uma irregularidade. Agora no g1 Plataformas como Polymarket e Kalshi permitem que usuários negociem contratos cujo valor depende de resultados eleitorais. Apesar do crescimento desse mercado, pesquisas indicam que a maioria dos americanos é contrária à realização de apostas sobre eleições. 🚫 No Brasil, a oferta de contratos vinculados a resultados eleitorais está proibida desde maio de 2026. Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) passou a impedir operações financeiras relacionadas a acontecimentos políticos e eleitorais, além de outros eventos sem ligação com indicadores econômicos e financeiros. A medida também levou ao bloqueio de plataformas como Polymarket e Kalshi no país. As probabilidades divulgadas pelas duas plataformas também passaram a aparecer na cobertura de grandes veículos de comunicação, ampliando a presença dos mercados de previsão no noticiário eleitoral. "Elas se tornaram cada vez mais parte de como os americanos entendem as eleições", diz Davina Hurt, diretora de ética governamental do Centro Markkula de Ética Aplicada da Universidade de Santa Clara. "Estamos chegando a um ponto em que as expectativas dos mercados financeiros têm mais peso na mente do público do que os votos", acrescenta. Probabilidades não garantem resultados Os mercados de previsão estão se popularizando nos EUA, mas ainda enfrentam disputas judiciais sobre quais regras devem seguir. A discussão é se essas plataformas devem ser reguladas como mercados de commodities, que negociam determinados ativos e contratos, ou se devem estar sujeitas às leis sobre apostas. A Kalshi afirma que as informações oferecidas por sua plataforma são diferentes das apresentadas pelas pesquisas eleitorais tradicionais. A empresa reconhece, porém, que as probabilidades divulgadas não garantem que determinado resultado vá se concretizar. Segundo a companhia, eventuais tentativas de manipular as probabilidades tendem a ser compensadas pelas negociações realizadas por outros usuários da plataforma. "A Kalshi deve ser vista como um complemento às pesquisas tradicionais", disse à AFP Elisabeth Diana, diretora de comunicação da plataforma. Apesar dessas explicações, especialistas alertam que os percentuais podem ser confundidos com resultados já definidos. O risco aumenta porque Polymarket e Kalshi também divulgam suas estimativas nas redes sociais, ampliando o alcance dessas informações. Hurt ressalta que, mesmo quando uma plataforma aponta uma probabilidade elevada, isso não significa que o resultado esteja garantido. "Uma alta probabilidade não é uma promessa (...) Quando uma previsão acaba se revelando errada, isso não significa que a escolha tenha sido equivocada. No entanto, as pessoas vão interpretar dessa maneira", diz Hurt. Derrota em Los Angeles provoca acusações de fraude Um episódio ocorrido em junho, nas eleições primárias para a Prefeitura de Los Angeles, mostrou como as probabilidades dos mercados podem ser confundidas com os resultados das urnas. Após a derrota do republicano Spencer Pratt, influenciadores de direita fizeram acusações de fraude, citando estimativas das plataformas que indicavam chances de o candidato avançar para a eleição geral. Parte das publicações com informações falsas na rede social X aparecia identificada como "parceria paga". O episódio provocou críticas e levou Polymarket e Kalshi a adotar medidas em relação à divulgação desse tipo de conteúdo. "A primária de junho mostrou como as expectativas sobre uma eleição podem ser confundidas com os resultados", disse Michael Sánchez, porta-voz do Escritório de Registro Eleitoral do Condado de Los Angeles. Em um documento obtido com exclusividade pela agência AFP, a Kalshi orientou seus parceiros a não questionar resultados eleitorais oficiais sem apresentar fundamentos para isso. Segundo o documento, os parceiros "não devem questionar a integridade nem a precisão de nenhum resultado oficial da contagem de votos, decisão judicial ou outra determinação oficial ou formal ligada ao processo eleitoral". A empresa também afirmou que romperá contratos com parceiros que fizerem acusações sem provas de "que um resultado eleitoral foi manipulado, fraudado ou comprometido". A Polymarket não respondeu aos pedidos de comentário. Autoridade eleitoral questiona regras para apostas O avanço dos mercados de previsão também preocupa autoridades eleitorais. Jared DeMarinis, responsável pela administração das eleições no estado de Maryland, pediu uma avaliação sobre a legalidade das apostas relacionadas a disputas eleitorais no estado. Em entrevista à AFP, DeMarinis afirmou que proibiu os mesários de apostar em resultados eleitorais. "Agora simplesmente se jogou mais gasolina ao envolver dinheiro nisso. O que menos se quer é que se coloque em dúvida a legitimidade do resultado", afirmou.
Honda CR-V Divulgação / Honda O Honda CR-V é um sucesso de vendas no mercado norte-americano. O modelo vendeu mais de 226 mil unidades no primeiro semestre deste ano, sendo 51% de versão com motor híbrido. No Brasil, a história é totalmente diferente. Em 2026, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico, a Honda conseguiu emplacar só 133 unidades do SUV. É como se o campeão de vendas fosse invisível para os consumidores brasileiros. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp E o preço de R$ 353.500 não pode ser desculpa. Os clientes no Brasil estão comprando SUVs nessa faixa de preço, até mais caros. Para ficar em apenas um exemplo, o BYD Atto 8 foi lançado em março, custa R$ 399 mil e já emplacou 1.231 unidades. O g1 testou o SUV da Honda na estrada e na cidade para mostrar o que o carro oferece, e responder por que o modelo de maior sucesso nos EUA não consegue decolar em vendas no Brasil. Por que o Honda Civic sumiu das ruas? É bom entender que o CR-V melhorou em relação a seu antecessor. O SUV cresceu em entre-eixos e largura da carroceria em relação à geração anterior. A mudança foi utilizada para ampliar o espaço disponível na cabine. O porta-malas tem capacidade para 581 litros. O volume pode ser alterado conforme a necessidade de transporte, porque o banco traseiro desliza até 190 mm pelos trilhos no chão. O espaço traseiro é bom e fica ainda mais cômodo para viagens longas ao inclinar o encosto. Ele pode ser ajustado em oito posições diferentes. Para facilitar o carregamento, o piso do porta-malas é plano. A tampa traseira tem acionamento elétrico e pode ser aberta com um movimento do pé sob o para-choque. O sistema também permite o fechamento automático por meio da função "Walk Away Close", basta afastar-se com a chave que o CR-V fecha sozinho. Galerias Relacionadas Equipamentos O painel tem uma tela TFT digital de 10,2 polegadas, configurável para apresentar diferentes informações de condução. Há ainda um head-up display de 5,2 polegadas, que projeta informações para o motorista sem exigir que ele desvie a atenção da estrada. A central multimídia tem tela sensível ao toque de apenas 9 polegadas e é compatível com Apple CarPlay e Android Auto. O console dianteiro inclui carregador sem fio, duas portas USB e uma tomada de 12V. O sistema de climatização tem duas zonas. No console central, há ainda um compartimento de 9 litros, com tampa de abertura assistida por molas, que também pode funcionar como apoio de braço. As saídas de ar ficam discretas, atrás de uma tela em colmeia que atravessa o painel. Já existem carros, como o GWM Wey 07, que contam com ajustes eletrônicos de ângulo de saída de ar no painel. Tudo operado pela tela do multimídia, após navegar pelos menus. Algo nada prático no cotidiano. Melhor mesmo a boa e clássica haste, como no Honda. Com as pontas dos dedos, o ajuste é instantâneo e preciso. O CR-V conta com duas portas USB-C e saídas de ar para os ocupantes do banco traseiro. O sistema de áudio é da Bose e tem 12 alto-falantes, incluindo canal central dianteiro e subwoofer traseiro. Galerias Relacionadas Outro recurso é o "myHonda Connect", que permite acessar informações do veículo pelo celular. Entre as funções estão: Localização do carro estacionado; Rastreamento; Alerta de velocidade; Controle geográfico (limita-se um espaço onde o CR-V pode circular sem acionar um alerta); Diagnóstico remoto; Acionamento do ar-condicionado; Travamento e destravamento das portas; Agendamento de serviços. Interior raiz Ao entrar no CR-V, chama atenção a combinação de preto brilhante, madeira e poucos cromados. Uma cabine que consegue transmitir tecnologia sem apelar para telas gigantes. Os bancos dianteiros têm ajustes elétricos. O banco do motorista acrescenta regulagem lombar e memória de posições. O porta-copos é iluminado e há espaço adicional no console dianteiro. Cabine do Honda CR-V Divulgação / Honda Segurança O CR-V utiliza a versão mais recente do Honda SENSING. O conjunto trabalha com uma câmera frontal com ângulo de varredura de 90 graus e um radar instalado atrás do logotipo da grade, com cobertura de 120 graus. O sistema inclui controle de cruzeiro adaptativo com Low Speed Follow, capaz de acompanhar o trânsito em baixa velocidade e realizar a parada e retomada do veículo. Também fazem parte do conjunto: Frenagem para mitigação de colisões; Assistência de permanência em faixa; Sistema para mitigação de evasão de pista; Farol alto automático; Controle de tração e estabilidade; Assistente de partida em rampa; Monitor de atenção do motorista; Câmera de ré multivisão; Sensor de pressão dos pneus; LaneWatch (câmera para ponto cego ao lado direito do carro); Sensores de estacionamento dianteiros e traseiros. Ao volante, as tecnologias do CR-V funcionam realmente ajudando o motorista. O controle automático da velocidade de cruzeiro interpreta o tráfego e ajusta com suavidade. Os sistemas de manutenção de faixa também auxiliam e não fazem escândalo só porque uma parte pintada da pista está próxima do Honda. A câmera para ponto cego ao lado direito do carro ajuda em situações bem específicas. No entanto, existem alguns pontos de observação. O motorista olha o retrovisor direito e precisa desviar o olhar para o multimídia para, aí sim, ver se existe algo no ponto cego coberto pela câmera. Algo que não é prático. Se o motorista estiver com o GPS e precisar virar à direita, a câmera é acionada automaticamente ao ligar a seta e o mapa desaparece da tela. Galerias Relacionadas O motorista precisa, então, desativar a câmera para poder voltar e conferir o mapa. Não dá para ter os dois recursos ao mesmo tempo. Portanto, um sistema de alerta de ponto cego convencional poderia fazer mais sentido. O SUV tem 10 airbags de série, incluindo bolsas frontais, laterais dianteiras e traseiras, de cortina e para os joelhos. A estrutura da carroceria foi reforçada com materiais mais resistentes e leves. A rigidez da carroceria é 15% superior à da geração anterior, segundo a Honda. Interior do Honda CR-V Divulgação / Honda Irmão do Civic O sistema híbrido combina um motor a combustão 2.0 de quatro cilindros, ciclo Atkinson e injeção direta de gasolina, com dois motores elétricos. É uma tecnologia bem parecida com a utilizada no Honda Civic híbrido. O g1 testou o sedã e respondeu quem foram os culpados pelo “desaparecimento” do Civic das ruas brasileiras. O propulsor a combustão entrega 147 cv e 19,4 kgfm de torque. Um dos motores elétricos é responsável pela tração, enquanto o outro funciona como gerador de energia. O motor elétrico de tração desenvolve 184 cv e 34,2 kgfm de torque. Ele é responsável por movimentar o veículo na maior parte das situações de uso. O sistema trabalha com três modos automáticos: EV Drive, no qual a propulsão é exclusivamente elétrica; Hybrid Drive, que combina o funcionamento elétrico com o motor a combustão; Engine Drive, quando a força chega às rodas diretamente pelo motor a combustão. Modos de funcionamento do sistema híbrido do Honda CR-V Reprodução A seleção entre os modos ocorre de acordo com fatores como relevo, posição do pedal do acelerador e nível de energia disponível na bateria. No Hybrid Drive, o motor a combustão pode atuar no fornecimento de energia para o sistema elétrico. Já no EV Drive, a energia utilizada vem da bateria. No Engine Drive, o motor a combustão é ligado diretamente às rodas por meio de duas embreagens. A transição entre os modos é quase imperceptível. A Honda entende que o motorista não quer ruído, trancos nem ficar escolhendo o modo mais adequado. Tecnologia não deve ser complicação, e o CR-V descomplica tudo para o motorista. O conjunto elétrico utiliza uma bateria com 72 células. A unidade de controle de potência, chamada PCU, administra o funcionamento do sistema e a distribuição de energia. O motorista pode escolher entre os modos de condução Normal, Eco e Sport. O primeiro busca equilibrar desempenho e eficiência, o segundo prioriza economia e o terceiro deixa a resposta do acelerador mais direta. Plataforma e comportamento Na nova geração, a suspensão e direção também passaram por alterações com foco na redução de atrito. A tração integral AWD distribui a força entre os dois eixos conforme as condições de aderência. A repartição pode variar de 60% na dianteira e 40% na traseira até 50% para cada eixo. Em situações de baixa aderência, o sistema pode aumentar rapidamente a parcela de força enviada às rodas traseiras. O objetivo é reduzir a perda de tração, como em arrancadas sobre piso enlameado. A tecnologia também trabalha em conjunto com o assistente de partida em rampa. Em subidas, o sistema pode direcionar mais torque para o eixo traseiro, enquanto o HSA mantém a pressão dos freios por um breve período depois que o pedal é liberado. Honda CR-V é divertido ao volante Divulgação / Honda O isolamento acústico também foi trabalhado. A Honda utiliza materiais de absorção na parede corta-fogo, caixas de roda, painel, teto, assoalho, porta-malas e rodas. O conjunto inclui ainda cancelamento ativo de ruídos. Ao volante, o CR-V abre distância em relação aos concorrentes chineses. O Honda é mais equilibrado e divertido ao volante. Algo que tem apelo com clientes que querem mais curtir a viagem e menos curtidas nas redes sociais. A sexta geração traz alterações na carroceria, no espaço interno, na estrutura e no conjunto mecânico. O entre-eixos e a largura aumentaram, enquanto a rigidez da carroceria passou a ser 15% maior que na geração anterior. Design e outros detalhes A sexta geração ganhou uma carroceria mais larga e longa, com capô pronunciado. As rodas são de 19 polegadas. Na dianteira, a grade utiliza elementos hexagonais e conta com aletas que abrem e fecham automaticamente conforme a temperatura da água do motor. O recurso também contribui para a aerodinâmica. As laterais do para-choque dianteiro foram desenhadas para direcionar o fluxo de ar ao redor das rodas. Na traseira, spoilers posicionados no teto e na parte inferior do para-choque também atuam sobre a passagem do ar. O conjunto óptico utiliza iluminação full LED na dianteira. Honda CR-V Divulgação / Honda Nova realidade Após vários dias ao volante do Honda CR-V, fica claro por que o modelo faz tanto sucesso nos Estados Unidos. A Honda conhece bem o mercado norte-americano e sabe que, por lá, os clientes querem tecnologia, mas ainda buscam, em sua maioria, um carro mais tradicional. Para os americanos, o Honda CR-V é bom e confiável. Uma boa relação custo-benefício. No Brasil, a dinâmica é um pouco diferente. Os clientes que compram carros mais caros têm uma tendência de preferir as marcas alemãs BMW, Mercedes e Audi. Nem a Volkswagen conseguiu, com sucesso, vender por aqui modelos como Passat e Touareg. É por isso que a Honda nunca trouxe a divisão Acura, a Nissan não trouxe a Infiniti e a Toyota, que vende a divisão de luxo Lexus, tem uma operação bem menor do que poderia ter. Nos últimos anos, porém, um outro segmento de luxo foi sendo criado com as marcas chinesas. Esse público que pode pagar mais caro por um SUV passou a buscar outros atributos: mais telas, tecnologias híbridas e preço agressivo. Portanto, o CR-V é um ótimo produto, mas chega a um contexto de mercado no Brasil que já não dá tanta atenção para essas qualidades e prefere outras. Isso não muda o fato de que o carro é econômico, tem bom desempenho, é bem ajustado e tem qualidade. É uma ótima opção para entrar na lista de test-drive de quem busca um SUV desse porte. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem. Para baterias e motores elétricos, a cobertura é de oito anos ou 160.000 km. Honda CR-V Touring Preço: R$ 353.500 Assentos: 5 Comprimento: 4,70 m Largura: 1,86 m Altura: 1,69 m Entre-eixos: 2,70 m Porta-malas: 581 litros Peso: 1.819 kg Rodas: 19 polegadas Pneus: 235/55 R19 Suspensão dianteira: independente McPherson Suspensão traseira: independente multilink Freios dianteiros: discos ventilados Freios traseiros: discos sólidos Direção: elétrica Tipo de híbrido: convencional (HEV) Motor a combustão: 2.0, quatro cilindros em linha, 16V Combustível: gasolina Potência do motor a combustão: 147 cv Torque do motor a combustão: 19,4 kgfm Potência do motor elétrico: 184 cv Torque do motor elétrico: 34,2 kgfm Bateria: íons de lítio Capacidade da bateria: 1,06 kWh Câmbio: e-CVT Tração: integral (AWD) Consumo urbano: 14,8 km/l Consumo rodoviário: 11,8 km/l Tanque de combustível: 53 litros
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