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A empresa Postos Petro Delta Ltda. iniciou suas atividades em 12 de maio de 1989, seu primeiro posto estava situado na cidade de Ibaté, no estado de São Paulo. Alguns anos mais tarde, precisamente em 15 de janeiro de 1992 foi inaugurada a primeira filial, localizada à Rua Domingos Cardoso n 405, no bairro Vila São Benedito.
Desde então, a empresa Postos Petro Delta vem crescendo no mercado de varejo de combustíveis e atualmente dispõe de 06 Postos na Região de São Carlos, localizados em pontos estratégicos para melhor atender seus clientes.
Os Postos Petro Delta contam com uma equipe de 60 colaboradores divididos em suas 06 filiais. A Organização trabalha focada na satisfação plena de seus clientes e no compromisso constante com a qualidade de produtos e serviços por ela comercializados. Porém, acredita que seu maior patrimônio está nas pessoas que nela trabalham e sendo assim investe na capacitação e aperfeiçoamento da sua equipe.
Junior
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Emirados Árabes são um dos maiores produtores de petróleo do mundo Getty Images via BBC A saída abrupta dos Emirados Árabes Unidos (EAU) da Opep, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, é um movimento relevante. O país aderiu à Opep em 1967, antes mesmo de se tornar um Estado-nação, em 1971. A Opep reúne principalmente exportadores de petróleo do Golfo e, por décadas, influenciou o preço do barril ao ajustar a produção e estabelecer cotas entre seus membros. Teve papel central nas crises do petróleo dos anos 1970, que transformaram a política energética global. A Opep foi formada em 1960 como um cartel, com o objetivo de controlar a oferta mundial de petróleo e seu preço. Hoje, as nações da Opep produzem cerca de 30% do petróleo bruto do mundo. Em 2016, quando os preços do petróleo estavam particularmente baixos, a Opep se uniu a 10 outros produtores de petróleo para criar a Opep+, com 23 membros que somam cerca de 40% da produção global. O Brasil participa de discussões da Opep+, mas não aderiu aos compromissos do grupo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O que a saída dos Emirados Árabes da Opep pode representar para economia global? Embora a produção da Opep seja liderada pela Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos detêm a segunda maior capacidade ociosa de produção. Em outras palavras, são o segundo principal "produtor de ajuste", com capacidade de elevar a produção para ajudar a conter eventuais aumentos dos preços, por exemplo. Foi justamente esse papel que levou a reavaliar sua posição no longo prazo. Em termos simples, os Emirados Árabes Unidos querem usar a capacidade em que investiram. As cotas da Opep limitavam a produção dos Emirados Árabes Unidos a algo entre 3 milhões e 3,5 milhões de barris por dia. Na prática, o país vinha se sacrificando, com perda de receita, por causa de exigências do acordo com a Opep. O momento da decisão indica impactos da guerra com o Irã. A tensão crescente no Golfo afetou a relação dos Emirados Árabes Unidos com o Irã e pode agravar o desgaste com a Arábia Saudita. Para a Opep, este é um golpe relevante, num momento em que já se questiona a coesão do grupo no longo prazo. Não é só uma questão de os Emirados Árabes Unidos buscarem níveis próximos de 5 milhões de barris por dia, caso consigam escoar plenamente sua produção por mar ou oleodutos. Há também o risco de reação da Arábia Saudita, possivelmente com uma guerra de preços, algo que a economia mais diversificada dos Emirados Árabes Unidos poderia suportar, mas que outros membros mais pobres não conseguiriam. Muito dependerá da resposta da Arábia Saudita. Autoridades dos Emirados Árabes Unidos discutem a construção de novos oleodutos a partir dos campos de Abu Dhabi, contornando o estreito de Ormuz e direcionando a produção ao porto de Fujairah, hoje subutilizado. Já existe um oleoduto em operação, mas será preciso ampliar a capacidade para dar conta do aumento da produção e de mudanças duradouras na circulação e no custo do transporte de petróleo no Golfo. No momento, com o tráfego marítimo no estreito de Ormuz afetado por um bloqueio duplo, esse não é o principal fator a influenciar os mercados, que impactam os preços de petróleo, gás, combustíveis, plásticos e alimentos. Embora o foco esteja no barril a US$ 110 (cerca de R$ 550), não se pode descartar a possibilidade de queda para perto de US$ 50 (aproximadamente R$ 250) no próximo ano, por exemplo, se a situação no estreito for resolvida a tempo das eleições legislativas nos EUA ainda este ano. A Opep hoje tem menos peso no mercado global do que nos anos 1970. Sua participação no comércio internacional de petróleo caiu cerca de 85% para cerca de 50%. O petróleo também é menos central para a economia mundial. A organização ainda exerce influência, mas não tem mais o poder de impor suas condições ao restante do mundo. Lembro-me de ouvir do líder da Opep, o ex-ministro do petróleo da Arábia Saudita, Sheikh Yamani: "A Idade da Pedra não terminou porque o mundo ficou sem pedras. A era do petróleo não vai terminar porque o mundo ficará sem petróleo". A frase antecipa um cenário em que os hidrocarbonetos são substituídos por outras fontes de energia. Uma forma de entender a saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep é como um sinal da redução da dependência global em relação ao petróleo. Há outros sinais à vista: os investimentos da China em eletrificação ajudaram a aliviar no país o impacto do aumento dos preços do petróleo e do gás durante a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã. Segundo algumas estimativas do mercado, o processo de eletrificação na China de carros, caminhões e trens reduziu a demanda por petróleo em 1 milhão de barris por dia. Vale lembrar que a China é a segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos EUA. Como essa tendência de eletrificação tem acelerado em outros países, a demanda global por petróleo pode atingir seu ápice em breve. Sob esse ponto de vista, faz sentido extrair o máximo valor possível (e o mais rápido possível) das reservas de petróleo antes que a demanda despenque. Os Emirados Árabes Unidos têm poder de fogo financeiro e uma economia parcialmente diversificada por meio de serviços financeiros e do turismo. Muito vai depender do que será o "novo normal" se e quando cessar o conflito na região. A saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep pode desencadear um efeito dominó em outros países do grupo, elevando a pressão sobre a Arábia Saudita. Quando os cargueiros voltarem a transitar pelo estreito de Ormuz novamente, ou se os Emirados Árabes Unidos redobrarem suas tentativas de construir novos oleodutos, o petróleo vai fluir dos Emirados Árabes Unidos como nunca, sem qualquer restrição ligada a compromissos com a Opep. A medida terá poucos efeitos nos bloqueios atuais. Mas pode mudar tudo depois. A saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep pode redefinir o mercado global de petróleo. Os efeitos podem, a médio prazo, derrubar o preço do barril. Como disse, no curto prazo, os preços continuarão atrelados à crise no Golfo, especialmente no estreito de Ormuz. O bloqueio marítimo é hoje o principal fator de pressão sobre o mercado. Mas o cenário pode mudar rapidamente. Caso a situação se normalize, há espaço para uma queda relevante nos preços. Por isso, não se descarta a possibilidade de que ele possa estar mais próximo de US$ 50 (cerca de R$ 250) em algum momento no próximo ano — se a situação no estreito for resolvida, por exemplo, a tempo das eleições de meio de mandato nos EUA ainda este ano, quando o controle do Congresso americano pode passar das mãos do Partido Republicano (ao qual o presidente Donald Trump pertence) para o Partido Democrata (de oposição ao governo Trump). O preço dos combustíveis e a inflação serão centrais nessa disputa eleitoral. Existe, portanto, a possibilidade de o barril recuar significativamente em relação aos níveis atuais. Para ampliar a discussão sobre a saída dos Emirados Árabes da Opep, Renata Lo Prete entrevista Edmar Almeida, professor do Instituto de Energia da PUC-Rio
Elon Musk e Sam Altman Getty Images via BBC A amarga rivalidade entre Elon Musk e o CEO da OpenAI, Sam Altman, já dura anos, mas tem se manifestado principalmente nas redes sociais na forma de acusações, respostas e provocações. Na segunda-feira (27), Musk voltou a atacar Altman em uma publicação no X, chamando-o de "Scam Altman" (Altman golpista, em tradução livre). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Contudo, desde a terça-feira (28), o confronto entre os bilionários da tecnologia passou a ganhar um palco de maior repercussão: um tribunal federal na Califórnia, onde a disputa deve concentrar atenções em um julgamento com duração de um mês. O tribunal vai analisar a ação movida por Musk, que acusa Altman — com quem cofundou a OpenAI — de tê-lo enganado em milhões de dólares e de ter traído a missão original sem fins lucrativos da empresa responsável pelo ChatGPT. Veja os vídeos em alta no g1 Vídeos em alta no g1 O próprio Musk e Altman estão entre os que devem depor em um caso no qual o futuro da inteligência artificial pode estar em jogo. E, embora um deles deva sair vencedor, é bem possível que nenhum dos dois saia ileso. A batalha já foi comparada a dois boxeadores pesos-pesados subindo ao ringue. Um observador, inclusive, a descreve como um confronto entre King Kong e Godzilla. "Musk e Altman são figuras gigantescas, colossais e tão distantes da realidade cotidiana", afirma Sarah Federman, professora da Universidade de San Diego e especialista em resolução de conflitos. "E é justamente isso que torna tão fascinante assistir enquanto entram em choque." Um júri composto por nove pessoas, que prestaram juramento na segunda-feira, ajudará a definir o desfecho do caso sob a supervisão da juíza Yvonne Gonzalez Rogers. A magistrada afirmou que a enorme riqueza, o poder e a fama que Musk e Altman levam ao tribunal federal de Oakland não lhes garantirão "nenhum tratamento especial". Musk também entrou com ações contra a OpenAI, seu cofundador e presidente Greg Brockman, além da Microsoft, que, segundo ele, ajudou no plano de monetizar a empresa. A Microsoft, no entanto, nega as acusações. Musk pede bilhões de dólares no que seus advogados chamam de "ganhos indevidos", valor que ele quer destinar ao financiamento do braço sem fins lucrativos da OpenAI, além de mudanças na empresa, incluindo a saída de Altman. A OpenAI, por sua vez, afirma que Musk é movido por inveja e arrependimento por ter deixado a empresa. E, com a corrida rumo à inteligência artificial geral (AGI) avançando a todo vapor, a empresa acusa Musk de tentar atrapalhar um de seus principais concorrentes. A origem da briga Musk e Altman cofundaram a OpenAI em 2015 como uma organização sem fins lucrativos, com a missão de garantir que a AGI beneficiasse toda a humanidade. A AGI é, em termos gerais, definida como uma inteligência artificial capaz de superar a inteligência humana. Na época da fundação da OpenAI, Musk já era uma figura de enorme destaque. Era visto como um tecnólogo incansável que, à frente da Tesla, ajudou a popularizar os veículos elétricos, enquanto desenvolvia tecnologias inovadoras de foguetes reutilizáveis na SpaceX. Altman, por sua vez, era bastante conhecido dentro do Vale do Silício, embora ainda pouco fora dele. Como líder da influente incubadora Y Combinator, suas opiniões — frequentemente publicadas nas redes sociais, em tom quase oracular — eram acompanhadas de perto por fundadores de startups. Os dois foram apresentados por um investidor do Vale do Silício em 2012. Altman, então na casa dos 20 anos, e 14 anos mais jovem que Musk, acabou apresentando a ideia da OpenAI ao empresário. O desenvolvimento responsável da inteligência artificial era um dos pilares centrais da proposta. Dentro da OpenAI, os dois mantiveram uma relação cordial, unidos pela crença no potencial da tecnologia. Durante uma participação conjunta em uma conferência em 2015, Musk afirmou que a IA era a tecnologia que "mais poderia transformar a humanidade", mas alertou que também era "realmente obscura" e "repleta de desafios". Mas o que começou como uma organização sem fins lucrativos acabou sendo transformado em uma entidade com fins lucrativos — de forma ilegal, segundo Musk. Já a OpenAI afirma que, em 2017, houve um acordo entre Musk e os demais envolvidos de que a criação de uma estrutura com fins lucrativos seria o próximo passo lógico "para avançar a missão". A empresa diz que rejeitou a proposta de Musk de assumir o cargo de CEO com "controle absoluto". Musk deixou a OpenAI em 2018, após uma disputa de poder com Altman. "Pessoal, já me cansei disso", escreveu Musk em um e-mail alguns meses antes de sua saída. "Ou vocês seguem por conta própria ou continuam com a OpenAI como uma organização sem fins lucrativos. Não vou mais financiar a OpenAI até que haja um compromisso firme de vocês em permanecer assim, ou então serei apenas um tolo basicamente bancando gratuitamente a criação de uma startup." Em 2022, a OpenAI deu início à revolução da IA voltada ao consumidor com o lançamento do ChatGPT, que rapidamente ganhou popularidade e alcançou 100 milhões de usuários ativos mensais em poucos meses. Desde então, Musk criou sua própria startup de inteligência artificial, a xAI, responsável pelo chatbot Grok, que ficou atrás dos concorrentes. Ao entrar com a ação em 2024, Musk alegou que a OpenAI havia se desviado de sua missão original e passado a priorizar a "maximização de lucros" para a Microsoft. Ele afirmou ter doado cerca de US$ 40 milhões à OpenAI, após ter sido manipulado pelos envolvidos, que, segundo ele, o traíram ao tentar transformar a organização em uma entidade majoritariamente com fins lucrativos. Batalha de titãs da tecnologia Desde que a ação foi movida, a animosidade entre Musk e Altman tem vindo a público com frequência. No ano passado, Musk e um consórcio de investidores ofereceram US$ 97,4 bilhões para comprar os ativos da OpenAI. A empresa havia sido avaliada em US$ 157 bilhões em uma rodada recente de financiamento (e agora se aproxima de uma possível abertura de capital, ou IPO, com valor estimado em cerca de US$ 850 bilhões). A OpenAI rejeitou a oferta, e Altman respondeu na plataforma X — rede social de Musk, anteriormente conhecida como Twitter —: "não, obrigado, mas compramos o Twitter por US$ 9,74 bilhões, se você quiser". "Vigarista", retrucou Musk em um comentário na publicação. Mensagens privadas com Mark Zuckerberg também mostram Musk perguntando ao chefe da Meta se ele estaria "aberto à ideia de fazer uma oferta pela propriedade intelectual da OpenAI comigo e outros?". O interesse de Musk em comprar a empresa pode acabar confundindo o cenário do julgamento, afirma Dorothy Lund, professora da Faculdade de Direito da Universidade de Columbia. "Musk já tentou assumir o controle da OpenAI várias vezes. Foi rejeitado", disse à BBC. "Por isso, não é absurdo pensar que suas motivações possam ser um pouco questionáveis neste caso. A própria juíza responsável pelo processo, Yvonne Gonzalez Rogers, já chamou atenção para isso." Detalhes pitorescos Também é esperado que o tribunal ouça o depoimento do CEO da Microsoft, Satya Nadella, dos ex-cientistas da OpenAI Mira Murati e Ilya Sutskever, e da ex-integrante do conselho da OpenAI Shivon Zilis, que é mãe de quatro dos filhos de Musk. Nos preparativos para o julgamento, vieram à tona detalhes curiosos da vida privada dos bilionários envolvidos, enquanto seus advogados travam disputas acaloradas sobre quais provas e testemunhos devem ou não ser apresentados ao júri. Por exemplo, a juíza decidiu que não será permitido mencionar no tribunal o suposto uso, pelo chefe da Tesla, de "rhino ket" — como a ketamina é chamada na gíria do Vale do Silício. A equipe jurídica de Musk também virou notícia. Um de seus advogados tem trabalhado como palhaço nas horas vagas, segundo o Business Insider. Outro, que também atua como produtor em Hollywood, teve o perfil publicado recentemente pela revista Vanity Fair. O que está em jogo O que está em jogo neste caso é de grande magnitude para Musk e para a OpenAI — e, potencialmente, para todos nós. No fim de 2023, Musk defendia uma pausa no desenvolvimento da inteligência artificial. Em meio a essa onda de preocupação com o ritmo acelerado dos avanços tecnológicos, Altman chegou a ser afastado temporariamente do cargo de CEO da OpenAI, após suspeitas de que teria enganado membros do conselho. Agora, com a xAI — empresa que foi recentemente adquirida pela SpaceX, sua companhia de foguetes que se prepara para abrir capital —, Musk está profundamente envolvido na corrida rumo à inteligência artificial geral (AGI). "Se Musk vencer, isso pode significar a derrota de um concorrente-chave na corrida pela AGI", afirmou Rose Chan Loui, diretora executiva do Centro Lowell Milken de Filantropia e Organizações Sem Fins Lucrativos da UCLA. "Quem vencer essa corrida terá um enorme poder." Chan Loui avalia que Musk tenta se posicionar como a pessoa mais adequada para representar, de forma justa, os interesses da OpenAI enquanto organização sem fins lucrativos. "Embora eu reconheça que ele trouxe visibilidade ao tema, há preocupação de que não seja imparcial, já que lidera sua própria e grande empresa de IA", disse. Para Sarah Federman, autora do livro Corporate Reckoning, a credibilidade de quem move esse tipo de ação é um fator central. O julgamento entre Musk e Altman ocorre justamente no momento em que o público começa a compreender melhor como a inteligência artificial está sendo integrada ao dia a dia. Ambos foram pioneiros em levar essa tecnologia ao grande público. O processo pode lançar nova luz sobre suas ambições e intenções em relação ao desenvolvimento de uma tecnologia que já é utilizada por uma parcela crescente da população mundial. Em King Kong contra Godzilla, "todos os mortais lá embaixo tentam escapar enquanto esses gigantes se enfrentam", diz Federman. "No fim, um vence, mas o que fica é um rastro com o qual o resto de nós terá de conviver."
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